sábado, 7 de janeiro de 2012

Porta aberta



Quantas vezes esperei. Quantas vezes a porta foi aberta.

E por trás da porta os mesmos olhos, o mesmo sorriso. Não o mesmo. Era sempre diferente. Efêmero. Às vezes nem sorriso havia. Mas sempre o via estampado naquele rosto.

O sorriso.

Havia esperança ali.

Agora? Agora a porta não mais se abre. E na escuridão espero tudo esfriar novamente.