Quantas vezes esperei. Quantas vezes a porta foi aberta.
E por trás da porta os mesmos olhos, o mesmo sorriso. Não o mesmo. Era sempre diferente. Efêmero. Às vezes nem sorriso havia. Mas sempre o via estampado naquele rosto.
O sorriso.
Havia esperança ali.
Agora? Agora a porta não mais se abre. E na escuridão espero tudo esfriar novamente.
1 comentários:
escandalo!
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