terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Esperança

Esperança, a maioria de nós, principalmente os brasileiros tem muita esperança. Como a de que um dia a política não seja tão corrupta, em ter um abrigo em que possa viver, um prato de comida na mesa e várias outras esperanças. Afinal a esperança é a última que morre.

Mas o que é esperança, bem uma definição seria de que a expectativa, a espera que alguma coisa há-de realizar ou suceder. Confiança em dias melhores ou momentos.

E lembro de minha professora de redação contando a história de Pandora, a primeira mulher criada por Zeus, que por motivo de curiosidade abriu a caixa, jarra, como você preferir e libertou todos os males, mas esta fechou antes da esperança sair. Afinal a esperança é a última que morre!

Mas veja bem Pandora foi dada aos homens como um castigo, uma punição, pois Prometeu, o Titã capaz de ver o futuro havia roubado o fogo dos deuses e dado aos homens, que desconheciam o fogo. E o que mais me intriga sempre foi a causa da esperança estar nessa jarra, caixa, como você preferir junto com todas as outras coisas ruins. Alguns pesquisadores dizem que foi uma tradução errada, mas não me atrevo a pensar tal coisa.

Pois segundo a mitologia e cultura grega o destino é inexorável, nem mesmo o Titã Prometeu, que era capaz de ver o futuro, foi capaz de fugir do destino, pois após roubar o fogo para os humanos , ele acabou acorrentado no monte Cáucaso e tendo suas vísceras comida todos os dias por uma águia, e por ser um Titã ele nunca morreria e suas vísceras todos os dias regeneravam-se, dessa forma estava fadado ao sofrimento eterno.

Mas ele sabia que receberia essa punição e mesmo assim roubou o fogo para os humanos, logo nesse destino inexorável, o que seria a esperança, quando Édipo teve seu destino visto pelo oráculo, em que ele mataria seu pai e casaria com sua mãe, a esperança de fugir desse destino fez com Laio abondonasse seu filho em um monte distante,mas essa atitude so fez com que o destino se concretiza-se.

E a esperança de fugir do destino de mudar fez com que vários outros na mitologia grega acabassem em desgraça. Essa esperança dava força aos homens de tentar contrária seu destino de contrária os próprios deuses. Sendo assim a esperança seria o maior mal para um deus. Afinal a esperança é a última que morre?

Bem deixo vocês com esses pensamentos vagos de um desocupado, e vão assistir Cavaleiros do Zodiáco. xP

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Psicopata


Estava em minha mais sublime desocupação, quando me bateu um profundo interesse em pesquisar sobre o assunto psicopata. Interesse despertado após assistir o último episódio de House, pois senti algumas semelhanças em meu próprio comportamento.

No decorrer da pesquisa, minha primeira descoberta foi a de que nem todo psicopata acaba tendo tendências agressivas e que você pode reconhecer um psicopata a partir de sintomas ou comportamentos, alguns desses comportamentos são:

  1. Ausência de Culpa: Essa criatura nunca acha que estar errada e os outros é que são os culpados, pois ele não erra nem nunca errou.
  2. Mentir, a perícia: Sendo capazes de contar uma mentira contando detalhes, e sem nenhuma alterção nos batimentos, mesmo após ter cometido um brime.
  3. Manipulação: Uma extrema capacidade de envolver todos em volta, principalmente os mais vulneráveis, no seu jogo. Se utilizando de um carisma natural e superficial.
  4. Inteligência: Em sua grande maioria os psicopatas tem um QI elevado e ainda sendo auto-didactas, dessa forma podem se passar por um médico ou advogado sem nunca ter cursado.
  5. Ausência de Afecto: Não possuindo nenhum carinho por nenhuma pessoa próxima, todos são peões a serem usados e seram descartados quando não tiverem mais utilidade.
  6. Isolamento: Gostam de viver sozinhos e quando em grupo sempre querem liderar.
Existem outras características, mas essas foram as mais interessantes que encontrei, outra coisa que atraiu bastante minha atenção foi um teste, bastante elaborado e realizado por um série de TV, o que me atraiu nesse teste foi sua originalidade.

http://www.voceaguenta.com.br/case/

E também encontrei um já não tão confiável, mas bastante engraçado teste de sanidade, olhem e se admirem:

http://www.rioserv.com.br/testesanidade.htm

Por hoje é só e até a próxima amigos e amigas psicopatas! HUHAUHAUAHAH

domingo, 24 de janeiro de 2010

O videogame como eliminador dos conflitos de interesses

Olá, a todos os desocupados. Antes de iniciar meu mais novo texto, quero justificar minha ausência nesse reduto de pura paudurescência. Se enganam aqueles que pensam que eu me ocupei. Não, não sou um traidor do movimento. Estava eu, na verdade, me "desocupando" em outro lugar tão bonito e cheiroso quanto esse. Tal lugar é o já sucesso: Cinema para Desocupados , um resultado de uma maliciosa parceria minha e de Eduardo Porto, O Moco (também conhecido como o ex-namorado de Augusto, O Inconsequente). Esclarecida tal situação, vamos ao que interessa: mais um dos grandes estudos desenvolvidos e publicados por aqui.

Novamente, trago até aqui um vanguardista estudo, que vem ganhando força entre os juristas mais descolados. Trata-se do uso do videogame como eliminador dos conflitos interpessoais. Sim, quando um conflito de interesses surge entre dois sujeitos de bem, ao invés de recorrerem à violência ou aos xingamentos gratuitos, deverão eles resolver o problema com uma saudável partida de videogame, tendo razão aquele que se sair vencedor.

É claro que, respeitando o princípio da imparcialidade e da igualdade, as partes deverão estar de acordo com a escolha do jogo. Aqui em casa, por exemplo, onde já vigora a "jurisdição do game", normalmente, temos as diferenças resolvidas em uma sessão de Mortal Kombat Armageddon, mas, infelizmente, devido à minha respeitável perícia em tal game (com Scorpion não tenho limites), estamos implantando o jogo Cavaleiros do Zodíaco, através do qual o princípio da igualdade vigorará melhor.

Apesar da evidente pacificação social e da propagação da justiça, alguns problemas derivam de tal mecanismo jurisdicional. O excessivo aumento do uso da energia elétrica nas casas mais problemáticas é um deles. O rápido desgaste dos joysticks e dos tendões também é bastante comum, principalmente para aqueles que resolvem seus problemas com jogos como Dragon Ball Z Budokai Tenkaichi, Olimpíadas ou Guitar Hero (um jogo deprimente no qual botões coloridos passam por uma esteira ao som de músicas de rock).

Não posso esquecer de citar o vício, outro grande mal desse método. Algumas pessoas ficam tão viciadas em resolver seus problemas jogando videogame que acabam saindo por aí arrumando confusão com o primeiro que aparecer pela frente, só para resolver tudo com uma partidinha de Mario Kart ou Pokémon.

Enfim, esse é um novo método, bem à frente do seu tempo, que, apesar de alguns reveses, é bastante eficiente e já vem ganhando muitos adeptos e força no mundo jurídico. Não se espantem se, daqui a alguns anos, o juízes forem substituídos por Playstations 3 ou partidas de DOTA.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Da Intimidade à Merda

Isso aí, pessoal, primeiro post do ano e queria começar frisando algo que me aconteceu por diversas vezes, no ano passado: o ano de 2009.

O que venho lhes falar é sobre como a intimidade é uma merda. Pensem bem, reflitam... viu?! Já tá fedendo, shsahshashahsa. Agora deixando as brincadeirinhas de lado, vamos falar sério, com finalidade em entender a merda que pode ser quando se cria a Intimidade.

Por diversas vezes me vi presente ou presenciando isso, sabe aquele rapaz que você não gostou de cara, mas, por questões da vida, você começa a conhecê-lo e pouco a pouco essa criatura inicia um ritual de brincadeiras irritantes e rídiculas, pois em algum momento você vacilou e... deu INTIMIDADE. Entendeu aonde quero chegar?

Em vários momentos damos intimidade a pessoas legais e essas intimidades levam a amizades mais profundas e concretas, mas nem sempre é assim, podendo chegar a dar intimidade a rapazes malinos que são capazes de encher a caixa de texto do MSN com emoticons de rolas imensas e todos juntos mandarem para um amigo. Que brincadeira cruel!

Ou então aquele maldito rapaz que você não conhece, mas por estarem fazendo uma viagem escolar juntos, toma o livre-arbítrio de fazer as seguintes brincadeiras como:
1 - Acordar você com gritos e musicas.
2 - Colocar o dedo ou tossir em seu prato de comida.
3 - Brincar de coisas como dedada e cartãozinho.
4 - Falar aquele apelido ou acontecimento que só íntimos sabem para pessoas que você está conhecendo agora.
5 - O que eu considero pior, brincar de pintinho ou gemada acertando nosso querido dito cujo.

Pessoas como essas precisam morrer, pois essas em nenhum momento vacilamos lhe dando intimidade, só é uma viagem juntos, mas nem teu nome sei porra!

Continuando, temos ainda aquele amigo do amigo, um cara que você não vai com a cara e teu amigo só fala com ele por respeito ou porque ele é parente de algum amigo dos pais dele. Imagine só você vê essa pessoa um dia e, já na segunda vez que vocês se encontram, ele pula em cima de você e te abraça como se fosse um amigo teu de séculos. Essa raça é ruim!

Continuando, ainda tem outro tipo, aquele do trabalho, você trabalha uma vez com a pessoa e ela já acha que é sua melhor amiga ou então você faz trabalho ajudando e não conhece ninguém nem sabe o nome das pessoas e então... começou, essa criatura diz para deus e o mundo que te conhece e que é sua amiga e as vezes ainda realiza aquelas malditas brincadeiras. Inferno, Inferno, INFERNO!

Bem, antes de mais nada, não tenho nada contra essas brincadeiras, algumas até são bastante divertidas, desde que você TENHA INTIMIDADE com as pessoas, por mais que torne intimidade mais merda ainda, pois dá direito a essas brincadeiras, mas TENHA initimidade, pois nada pior do que alguem inoportuno e intrometido.

Bem, por hoje é só. Até outro dia. Beijo na bundinha e até a próxima.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Ano Novo!


Venho aqui representando os Desocupados Associados em uma tarefa muito difícil, desejar os votos de um novo ano a todos os leitores. Mas o que vocês querem nesse novo? Quais são os desejos? Na minha mais sincera concepção o ser humano é egoísta.

Todos os seus desejos sempre são em função de si mesmo, nunca se preocupando com próximo e na verdade a única preocupação existente é a com seu umbigo, mas mesmo assim acho que devo ajuda-los, por que pelo o que eu conheço dos outros desocupados; nós estamos pouco nos fudendo para você e com que vai ser da merda do seu novo ano. xD

Então vou ajuda-los da simples maneira, com que cor você deve passar o ano para alcançar os seus desejos (hsahsahsahsahhsah somente para os troxas.):

Se você quer nesse novo ano plantar muita mandioca, afogar o ganso e molhar o biscoito, então passe de vermelho, pois segundo os budistas da Segunda Era, essa cor atrai muita b... ou p... o que você desejar.

Querendo muita diversão, putaria, agito, então use laranja, pois os ancientes palhaços de Madagascar falam que essa cor foi feita para divertir.

Se você estar querendo uma calma, como ficar deitado em uma rede debaixo do coqueiro com uma água de coco, então sua cor é verde, segundo os intocáveis indianos que sempre procuram esse coqueiro e essa água de coco.

Mas se você estar atrás do money e quer muito aquele dinheiro extra, então já sabe, vista muito amarelo, e quem dizia isso, claro que são os velhinhos somalianos que sempre tem muito dinheirinho sobrando.

Opa! Mas se você estar atrás daquele romance ideal, muito amor, então você deve buscar o rosa em suas roupas e dessa forma você encontrar o parceiro da sua vida. E quem me deu essa dica foram vários atores pornores e ainda exaltaram como exemplo: "Olhe para nós, sempre encontramos o amor ideal nos nossos filmes."

Se você quer deixar de ser um jumento burro, então vista roxo, aconselhado por todos os membros da comunidade da Xurupita.

Querendo aquela calma e tranquilidade, com segurança e serenidade, então já sabe vista azul, e quem mandou diversas cartas com essas dicas para nós desocupados foram os mor
adores dos morros do Rio de Janeiro.

Agora para terminar gostaria de desejar um novo ano maravilhoso a todos, esse são os votos dos desocupados e nós associados recomendamos que passe ano do jeito que você quiser porra, desde que você esteja feliz. Feliz Ano Novo!


terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Ragnarok: Não se engane

Mal que atinge grande parte da juventude ociosa - aquela que não trabalha em canaviais ou carvoarias -, Ragnarok aparenta ser um simples joguinho colorido, "com mosquitos voadores e bixos que dançam". Mas aí é que você se engana. Por trás daquele visual infantil esconde-se um perigoso e eficiente instrumento de dominação, que destroi vidas, famílias e amizades.

A muito tempo, em um tradicional colégio católico de pouca aprovação no vestibular, eu, O Indolente, conheci Ragnarok. Logo mostrei aos meus companheiros de cela Augustus Augustus e Jorge da Capadócia, que logo disseram: "Não, nem morto! Não é isso que queremos".

Eles eram fortes, mas Sasfild - usarei seu nome in game como homenagem -, um outro amigo, que ja fora consumido pelo vício e não reside mais nesse plano, disse que já conhecia essa "onda" e que curtia.

Logo começamos a jogar. Nessa época, o jogo era gratuito e a jogada não tinha limites. Criei o meu espadachim totalmente híbrido, com máscara feliz, gibão veloz e muitos pontos em Sorte, para dropar items raros. Era lindo.

Os outros - Augustus, Jorge e os demais companheiros de pavilhão - foram fortes e resistiram à tentação. Mas ninguém é de ferro. Em pouco tempo, vendo a felicidade que emanava de Sasfild e de mim, eles cederam e pediram pra conhecer mais de Ragnarok.

Dos novos usuários, Jorge foi o mais afetado pelas belezas de Rune Midgard. Com uma fúria jamais antes vista, Jorge acordava às 2 horas da manhã, para alimentar o seu vício. Ele era voraz.

O jogo passou a ser pago. Muitos, por isso, saíram do vício - Augustus foi um deles -, mas eu, Jorge e Sasfild continuamos: Míseros 15 reais não iam nos parar. Continuamos, jogando belíssimas WoEs - Guerra do Imperium - em um clã marcante: era a FoG - Faccion of Gods, sim, escrito errado mesmo.

Na FoG - um clã honrado, mas não muito vitorioso, é verdade - ficamos até o momento em que Jorge, em um ato impensado, lançou ofensas à avó e grande parte da árvore genealógica de um dos líderes. Saímos não só da FoG, mas da legalidade, também.

Seguimos para a clandestinidade, para os servidores gratuitos, piratas. Lá, ninguém paga pra jogar, os rates são altos, as atualizações mais recentes e a dignidade inexistente.

Nos servidores piratas, Augustus voltou ao vício, Jorge viciou sua irmã Juliana e eu, meus dois irmãos. Ainda havia Jonas, um garoto que fora expulso de sua sala e mandado para a nossa - e caiu, como um recheado saco de merda, no vício.

O negócio estava hard. Esse foi o período de maior destruição. Jogávamos "all night long". No colégio, discutíamos o que faríamos in game, ríamos de nossas façanhas e... só isso mesmo. Nossas vidas paravam nos dias de WoE. Não importava o evento, em dia de WoE nada que não tivesse relação com o pre-cast da porta, não era importante.

Tanto tempo de jogo nos deixou graves sequelas, como os frágeis tendões, devido ao uso exagerado; o ataque de pânico em que nos encontramos quando escutamos algumas expressões ("Neva na porta!!", "Cura, plz", "Sai, ks" etc.) e um grave estigma social.

Hoje, a Fundação Desocupados Associados faz um trabalho social muito bonito, colocando ex-viciados em ônibus coletivos vendendo canetas, com o intuito de angariar fundos para o tratamento totalmente gratuito de viciados em Ragnarok.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Os Cretinos das Salas de Aula


Certo tempo atrás, falei sobre os desgraçados das salas de cinema. Agora, mudando apenas o tipo de sala, discorrerei acerca dos cretinos das salas de aula.

Desde os primórdios, quando pequenos e seletos grupos de Australopithecus robustus juntavam-se nas clareiras das florestas mais densas para estudar desenho em rocha e lógica, já existiam aqueles desafortunados que pareciam ter nascido com o objetivo maior de incomodar os que tentavam assistir a aula de forma proveitosa.

Querendo chamar a atenção ou apenas por vadiagem, eles passam todo o período da aula com gracinhas, perguntas desnecessárias ou, quem sabe, apresentando sua lamentável opinião sobre temas sobre os quais ele não tem nenhum cacife para comentar.

Aqueles que prezam pelos bons costumes e pela boa-fé nas relações de ensino acabam saindo prejudicados por esse tipo de ratazana de aula. Quando o magister é um sujeito de personalidade, o patife logo é constrangido a mudar de postura, não incomodando mais o colegas. Porém, quando o professor é um pau molão, daqueles que logo se deixam dominar por um aluno mais danadinho, o caos está instaurado.

Vários são os tipos desses canalhas e mais ainda são os tipos de canalhices que estão aptos a realizar, mas tentarei expor alguns dos mais clássicos:

1-) O Bobo Alegre: Tal espécie de badernista, tipicamente, sofre de alguma demência, normalmente passada de pai para filho. Sem noção, ele passa a aula rindo e tentando chamar a atenção com suas palavras de pouco saber e piadas de tremendo mal gosto. Sempre sorridente, ele tenta ser o amigão da moçada, bancando o bacana, mas, mesmo que involuntariamente, causando tremendo constrangimento e proporcionando grandes doses de vergonha alheia – saiba mais sobre esse sentimento aqui.

2-) O Vagabundo: Quase sempre organizados em bando, esse raça maldita povoa grande parte das salas de aula, causando grande incômodo aos alunos decentes e com amor no coração. Gostam de mostrar que são “Do mal”, que não respeitam os professores e que nada ali é de seu interesse. Normalmente, pendem para a bandidagem.

3-) O Falastrão: Talvez o mais irritante de todos, esse estereótipo possui características marcantes que não nos deixam em dúvida quando nos deparamos com um exemplar. Sentam nas cadeiras mais à frente, para que todos possam vê-lo, mesmo que seja de costas. Gostam, também, de demonstrar intimidade com o professor, como se isso o tornasse um aluno melhor. Ah, não poderia faltar: Não perdem a oportunidade de fazer alguma pergunta inútil ou um comentário reflexivo sem nenhuma utilidade para a vida de ninguém. Chegam, nos casos mais graves, a constranger o próprio professor, que se vê diante de um alto nível de merda falada.

É claro que esses são apenas os mais clássicos tipos e são perfis ideais. Os perfis reais são formados por mistos dessas características, chegando a resultados mais irritantes ainda.

Desejo a todos um bom futuro e que suas barbas jamais fiquem ralas.

Adeus.
 


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